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Comentário do Dia 06/07, as reformas do governo

06/07/2017 às 14:36

Falando hoje em política de reformas do atual governo, vimos a informação de que se a votação da Reforma  da Previdência que tem assustado muita gente, naufragar no congresso nacional, a equipe econômica  já trabalha com uma alternativa para cortar despesas  e garantir  o cumprimento do teto  de gastos e a volta de superávits primários nas contas públicas. A ideia é acabar com o abono salarial, aquele recurso que salva muita gente e que é pago todos os anos no mês do aniversário, pago aos trabalhadores inscritos no PIS/PASEP, que trem rendimento mensal de até dois salários mínimos, e que custará 17 bilhões de reais neste ano. Lembramos aqui, que tradicionalmente, esse salário era pago de julho a outubro, para todos os 22 milhões de trabalhadores que tem direito. Desde 2015, porém, quando a ex-presidente Dilma viu que a crise econômica não era aquilo que pregou durante a campanha para seu segundo governo, dividiu o pagamento em duas etapas, como forma de diluir o custo. O benefício também passou a ser pago proporcionalmente ao tempo de serviço, de maneira semelhante ao 13º salário, ou seja, atualmente, varia de 78 a 937 reais. O custo político do fim do abono salarial, porém seria bem alto, uma vez que seus beneficiários são a camada mais pobre da população. Quer dizer, a crise econômica está piorando a cada dia que passa, e quem continua pagando pela ladroeira dos maus políticos, somos nós, pobres mortais. Os nababos da política continuam roubando e nada é feito contra o famoso crime do colarinho branco. Prendem alguns poucos, mas a maioria que foi eleita para arrumar o país, continua no mesmo padrão da roubalheira sem fim, e ainda continuam na luta da gana pelo poder, como estamos vendo no momento, o atual Presidente, que se dizia salvador da pátria, desviando recursos comprando deputados com dinheiro que poderia estar salvando a saúde, a educação e tantos outros segmentos que estão ai padecendo de recursos. Mas, não largam o osso. A esperança de todos nós que era na justiça, parece que está longe de uma punição severa a esses ladrões do erário público, quer dizer, do nosso dinheiro com o qual pagamos a carga tributária mais cara do planeta.

De Brasília, vem à informação de que a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas que geral é pago em agosto, pode não ser efetuado. E a associação já ameaça entrar com recurso na justiça, que pouco vai adiantar, por que os ministros da mais alta corte do país, o STF, são escolhidos pelo Presidente da República. Ai fica difícil um julgamento imparcial.  O governo atual está ameaçando todos os dias retirar uma série de benefícios do povo, atingindo mais os trabalhadores, inclusive com essa reforma trabalhista. Está cada vez mais difícil viver neste país. Por outro lado, o governo de minas gerais. Não está nem aí para os mineiros, que o elegeram no afã de trocarem de comando, para ver se as coisas melhoravam. Pioraram. Como por exemplo, estamos esperando até hoje o restante do recurso para a construção do novo pronto socorro, mas até agora, apesar da busca constante do nosso prefeito Deiró Marra, nada saiu até agora. Assim, ficam os municípios prejudicados nos seus projetos, e o pouco que surge, são de recursos próprios das prefeituras que se encontram numa pindaíba de fazer dó. Patrocínio ainda está caminhando, capengando, mas vai, com os recursos próprios, apesar do decreto de calamidade financeira, no início do ano, já está terminando. Mesmo assim, alguma coisa foi feita. As nossas secretarias não pararam. Mas se estivéssemos em situação econômica melhor, evidente tudo estaria diferente. Vamos torcer e rezar e muito, para que essa crise política tenha um fim, para a crise financeira também acabe. Mas está cada dia mais longe deste fim, enquanto prevalecer esta gana pelo poder dos nossos políticos.

Talvez o fim comece nas eleições do ano que vem isto se tivermos vergonha na cara e decidirmos essa malfada situação no voto.  Em um estado democrático de direito, só no voto as coisas podem melhorar do contrário continuaremos vivendo nesse vale de lágrimas que os congressistas desse país nos colocaram.